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	<title>Nas Nuvens</title>
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	<description>Blog para discutir/debater Computação em Nuvem</description>
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		<title>Contratos com Cloud Providers: quais os Termos e Condições adequados?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 10:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ctaurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dia desses estava almoçando com um amigo quando surgiu um tema interessante: cada provedor de cloud oferece termos e condições (T&#38;C) de prestação de serviços diferentes, não é mesmo? O que devemos atentar quando analisando estes T&#38;C? Como eu e meu amigo não somos formados em direito, a conversa ficou meio superficial e recomendamos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=477&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia desses estava almoçando com um amigo quando surgiu um tema interessante: cada provedor de cloud oferece termos e condições (T&amp;C) de prestação de serviços diferentes, não é mesmo? O que devemos atentar quando analisando estes T&amp;C?</p>
<p>Como eu e meu amigo não somos formados em direito, a conversa ficou meio superficial e recomendamos fortemente “não faça isso em casa”, rssrsrs, ou seja consulte seu setor juridico antes de assinar contratos de serviços de computação em nuvem. Mas, após a conversa comecei a pesquisar o assunto em mais detalhes e obtive alguns dados que gostaria de compartilhar aqui com vocês.</p>
<p>Olhei alguns T&amp;C de diversos provedores e observei que alguns são fortemente focalizados em prestar serviços a  usuários finais e pequenas empresas e geralmente estes contratos são meio leoninos, ou sejam, atendem mais aos interesses dos provedores que aos dos usuários. Quanto a serviços de nuvem ofertados à grandes empresas ou órgãos públicos, claramente que os setores jurídicos destas empresas não aceitam tais condições e impõem renegociação de diversas cláusulas. Devido a importância dos contratos com estes clientes, os provedores tendem a aceitá-las, embora geralmente não as divulguem publicamente. Mas volta e meia nos deparamos com alguns disponibilizados na Web. Um interessante é o assinado entre a cidade de Los Angeles e o Google, cujo conteúdo pode ser visto na sua íntegra em http://www.scribd.com/doc/32676277/City-of-Los-Angeles-and-CSC-Google-Contract. Vale a pena lê-lo como referência.</p>
<p>Um ponto que deve ser considerado quando analisamos os T&amp;C é o tipo de serviço em nuvem que está sendo contratado. Um IaaS tem características diferentes de um SaaS. Para recordar os vários tipos de serviços de nuvem recomendo a leitura do paper publicado pelo Open Cloud Manifesto em http://opencloudmanifesto.org/Cloud_computing_use_cases_whitepaper-4_0.pdf. </p>
<p>Além disso, existem serviços free e serviços pagos, e é claro que os T&amp;C serão diferentes. Por exemplo, um serviço gratuito não pode garantir as mesmas condições de um serviço pago. A conta para o provedor simplesmente não fecharia.</p>
<p>Mas, como contratar serviços na nuvem tem um forte viés tecnológico é importante que o setor juridico esteja assessorado pela área de TI. Alguns aspectos devem ser debatidos quando analisando os T&amp;C oferecidos pelos provedores:<br />
a)	Nivel de serviços ou SLA: que SLAs são oferecidos pelos provedores e se estão adequados às necessidades da empresa. De maneira geral SLAs são especificados apenas nos serviços pagos. Recomendo que seja analisadas as cláusulas de indenização e de reembolso de crédito como compensação pela indisponibilidade da nuvem.<br />
b)	Política de uso: quais as práticas permitidas pelo provedor para uso de sua nuvem.<br />
c)	Políticas de privacidade: que garantias o provedor oferece em termos de privacidade dos dados armazenados em sua nuvem.<br />
d)	Especificações contratuais. Os serviços gratuitos muitas vezes impõem condições para que os dados dos usuários possam ser reutilizados pelo provedor para propósitos como, por exemplo,  advertising. Aliás, alguém realmente lê as condições contratuais dos serviços em nuvem gratuitos ou simplesmente clicam no box “I Agree”? Já para serviços pagos é importante checar as condições de término dos contratos e se existem garantias que os dados serão eliminados fisicamente dos servidores do provedor ao fim do contrato. Além disso, quais são as condições contratuais exigidas pelo provedor para devolver estes dados? Um dos T&amp;C diz claramente “your post termination retrieval of data stored on the services will be conditioned on your payment of service data storage charges for the period following termination, payment in full of any other amounts due us, and your compliance with terms and conditions we may establish with respect to such data retrieval”.<br />
e)	Integridade dos dados. Muitos provedores dizem explicitamente que farão “best efforts” para preservar tais dados, mas geralmente explicitam que a responsabilidade é do contratante e que ele, contratante, é que deve ser o responsável pelas operações de backup.</p>
<p>Bem, analisando diversos T&amp;C me deparei com clásulas de jurisdição e arbitração, que obviamente são do campo do direito e que nem me atrevo a opinar. Novamente, enfatizo que o jurídico analise detalhadamente estas cláusulas.</p>
<p>Também é extremamente importante que questões como condições de “data disclosure” e localização de dados fora das fronteiras do país sejam consideradas nas questões contratuais. Existe muito debate sobre o Patriot Act dos EUA, mas muitos outros países europeus também demandam acesso a dados por parte de órgãos de seguraça em caso de suspeita de terrorismo. A diretiva européia 95/46/EC (http://ec.europa.eu/justice/policies/privacy/docs/95-46-ce/dir1995-46_part1_en.pdf ) limita claramente os tipos de dados que podem ser transferidos para fora do teritório europeu.</p>
<p>Outro ponto que deve ser analisado juridicamente é a amplitude do monitoramento das atividades do cliente pelos provedores de nuvens. Muitas vezes por razões de gestão, análise de desempenho e segurança, a atividade dos usuários dos serviços na nuvem é monitorada pelos provedores. A questão é que nivel de monitoração é efetuada e que tipo de acesso aos dados esta monitoração demanda.</p>
<p>A conclusão? Cloud computing chegou para ficar. Não temos como evitar  ou mesmo retardar seu uso, uma vez que os benefícios são palpáveis. Entretanto, é recomendado que a sua adoção seja cercada de cuidados, pirncipalmente quanto às questões legais, uma vez que estamos entrando em campos um tanto desconhecidos, como os que se relacionam com soberania de dados, jurisdições internacionais e assim por diante. Recomendo fortemente para as iniciativas de cloud que as áreas de TI sejam assessoradas  de perto pelo jurídico. </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/computingonclouds.wordpress.com/477/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/computingonclouds.wordpress.com/477/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/computingonclouds.wordpress.com/477/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/computingonclouds.wordpress.com/477/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/computingonclouds.wordpress.com/477/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/computingonclouds.wordpress.com/477/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/computingonclouds.wordpress.com/477/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/computingonclouds.wordpress.com/477/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/computingonclouds.wordpress.com/477/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/computingonclouds.wordpress.com/477/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/computingonclouds.wordpress.com/477/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/computingonclouds.wordpress.com/477/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/computingonclouds.wordpress.com/477/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/computingonclouds.wordpress.com/477/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=477&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Cloudnomics</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 18:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ctaurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas vezes discutimos tendências tecnologicas e as transformações que elas provocam. Debatemos as complexidades tecnológicas envolvidas e estimamos seu ritmo de adoção pelo mercado. Mas a maioria dos artigos técnicos esquece um fator primordial: a força impulsionadora da adoção de qualquer mudança tecnológica é o fator econômico. Ao olhar o futuro da TI podemos aprender [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=473&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas vezes discutimos tendências tecnologicas e as transformações que elas provocam. Debatemos as complexidades tecnológicas envolvidas e estimamos seu ritmo de adoção pelo mercado. Mas a maioria dos artigos técnicos esquece um fator primordial: a força impulsionadora da adoção de qualquer mudança tecnológica é o fator econômico. </p>
<p>Ao olhar o futuro da TI podemos aprender algo com seu passado e como as organizações e a sociedade investiram nestas tecnologias. Na época do mainframe poucas empresas tinham acesso à computação (os computadores eram muito caros) e as expectativas delas era que TI permitisse automatizar seus processos de negócios, tonando-os mais rápidos e baratos. Posteriormente vimos o surgimento do modelo distribuído, cliente-servidor, que barateou o custo de aquisição da tecnologia, permitindo criar soluções mais voltadas para gerar agilidade e funcionalidade demandadas por departmentos especificos. Entretanto, a rapida proliferação de sistemas diferentes criou uma demanda de integração que culminou no surgimentos dos ERPs.</p>
<p>A situação hoje está bem diferente de anos atrás. A Internet já faz parte do nosso cotidiano e  TI está entranhada nos negócios. As empresas começam a não se contentar mais em apenas reduzir custos. Isto é o “business as usual”, obrigação de qualquer gestor que se preze. TI já fez muito neste sentido, como criar shared-services center e consolidar seus data centers. Agora TI tem a oportunidade de ser olhada pela ótica de geração de receitas e como plataforma de criação de novos negócios e apoio à estratégias de crescimento e não apenas uma área operacional.</p>
<p>Ver TI como geradora de receita é um “mind-set” diferente, pois sempre TI foi vista como apoiadora do negócio, para este sim, gerar novas receitas. Agora TI pode ser vista ela mesmo como fonte  geradora de receita. A adoção de cloud computing permite colocar TI como centro de geração de receita e lucros. Podemos começar a falar no termo cloudnomics&#8230; Cloudnomics pode ser traduzido como um novo modelo econômico para TI, onde métricas como TCO perdem bastante de sua importância e TI começa a ser analisado pela ótica de um business case. Na verdade, qualquer negócio para ir para frente deve gerar receita e lucratividade! TI pode e deverá passar a ser visto como negócio e como tal passará a ter metas de receita!</p>
<p>Como cloud entra neste processo? Cloud retira dos ombros da TI muitas das atividades mundanas em que ela gasta tempo hoje, como upgrade de hardware e software, atividades de suporte básico e assim por diante. Não é incomum vermos CIOs reclamarem que cerca de 80% dos seus gastos e energia são consumidos com a manutenção da operação do dia a dia e apenas 20% com inovações. </p>
<p>Com nuvens publicas TI não precisa mais instalar, configurar e atualizar servidores fisicos, e com os processos padronizados e automatizados que caracterizam um ambiente em nuvem o numero de técnicos dedicados a suporte diminui muito. TI pode se concentrar em inovação e geração de valor para a empresa. Os modelos de custos também se modificam com cloud e seu conceito de elasticidade. Paga-se pelo uso dos recursos consumidos, o que pode ser diretamente ligado à geração de receita: maior uso de TI mais geração de receita&#8230;É um modelo econômico que muda as regras do jogo. Custa o mesmo alugar um servidor por 1.000 horas que 1.000 servidores por uma hora.</p>
<p>Um exemplo prático de como o modelo atual de TI limita a geração de receitas significativamente: explorar oportunidades de novos negócios que tenham vida curta. No modelo atual não é justificavel economicamente adquirir uma plataforma tecnológica e colocá-la em produção (com altos investimentos up-front) para ela operar por apenas alguns meses, aproveitando uma oportunidade de negócio unica. A conta, provavelmente, não fechará. Com cloud isto é perfeitamente possivel. Um exemplo simplista, mas que mostra a idéia: produção de uma animação, onde é demandada uma imensa capacidade computacional na renderização final do filme, muito mais que soma de todos os meses anteriores de produção e que após o fechamento dispensa todos os computadores&#8230;Com cloud os computadores são alocados a medida que são necessários e não existe isto de desligar computadores&#8230;Eles são do provedor que os usará para outros clientes. O provedor, por sua vez, também usufrui da economia de escala, mantendo milhares de servidores a serem compartilhados por centenas ou milhares de clientes.</p>
<p>A mudança conceitual é muito maior que a mudança tecnológica. Surge o CIO empreendedor, ligado diretamente ao CEO. Um perfil muito menos técnico e muito mais voltado a negócios e empreendedorismo. Aliás, uma sugestão de MBA poderia ser “Empreendedorismo em TI”&#8230;</p>
<p>Entre as  mudanças estruturais para TI vemos de início a de uma organização voltada para apoiar os demais setores da empresa para um setor gerador de receita  e a transformação de uma organização centrada em atividades de criação e suporte de sistemas e capacidade computacional, para uma organização voltada a criar uma plataforma computacional onde novos negócios da empresa serão gerados. A escolha dos aplicativos e consequente utlização poderá ser deslocada para os próprios usuários. O fenômeno do “shadow IT” futuramente deixará de ser combatida a ferro e fogo por TI para ser incentivada. O “self-provisioning” por parte dos usuarios deverá  ser política da nova TI. Observo aqui que este processo não é simplesmente TI deixar de lado os usuários, mas de forma pró-ativa desenhar uma política que permita os usuários selecionarem suas próprias aplicações, sejam elas adquiridas externamente ou desenvolvidas dentro de casa, como no modelo de App Store.</p>
<p>Esta nova TI poderá atuar como incubadora de start-ups de negócios dentro da própria empresa. Hoje criar uma start-up demanda um elevado investimento up-front de TI e uma geração de receita imprevisivel. O risco é muito grande. Com cloud, os riscos do negócio são  minimizados. Sugiro uma leitura sobre o case Animoto (http://animoto.com/blog/company/the-new-york-times-on-cloud-computing-and-animoto/ ) que mostra como um ambiente de nuvem permite expandir 100 vezes a capacidade computacional em questão de dias. É um post de 2008, mas ainda bem atual. </p>
<p>Enfim, TI ser uma unidade de negócios é simples de escrever, mas dificil de colocar em prática. Claro, não é algo que acontecerá de um dia para o outro, mas um processo que irá acontecer ao longo dos próximos anos. Mas, podendo começar hoje mesmo&#8230;</p>
<p>A idéia do cloudnomics surgiu da leitura do  paper “Identification of a company’s suitability for the adoption of cloud computing and modelling its corresponding Return on Investment”, de dois pesquisadores indianos, Subhas Chandra Misra e Arka Mondal, acessavel em http://blog.stikom.edu/vivine/files/2010/11/Identification-of-a-companys-suitability-for-the-adoption-of-cloud.pdf . Eles mostram, inclusive uma fórmula de ROI focada em cloud, alternativa à fórmula tradicional. Vale a pena sua leitura.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/computingonclouds.wordpress.com/473/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/computingonclouds.wordpress.com/473/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/computingonclouds.wordpress.com/473/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/computingonclouds.wordpress.com/473/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/computingonclouds.wordpress.com/473/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/computingonclouds.wordpress.com/473/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/computingonclouds.wordpress.com/473/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/computingonclouds.wordpress.com/473/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/computingonclouds.wordpress.com/473/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/computingonclouds.wordpress.com/473/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/computingonclouds.wordpress.com/473/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/computingonclouds.wordpress.com/473/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/computingonclouds.wordpress.com/473/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/computingonclouds.wordpress.com/473/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=473&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Segurança em nuvem e o fator escolha do provedor</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 10:46:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em 2011 nas muitas palestras e eventos que participei quase sempre ouvia o questionamento quanto à segurança e disponibilidade das nuvens públicas. As eventuais falhas que aparecem em nuvens publicas se espalham com muita rapidez com, na minha opinião, excessiva publicidade, pela midia. Um “cloud data center” é uma infraestrutura complexa, com muita tecnologia envolvida [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=470&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2011 nas muitas palestras e eventos que participei quase sempre ouvia o questionamento quanto à segurança e disponibilidade das nuvens públicas. As eventuais falhas que aparecem em nuvens publicas se espalham com muita rapidez com, na minha opinião, excessiva publicidade, pela midia. Um “cloud data center” é uma infraestrutura complexa, com muita tecnologia envolvida e com alto grau de resiliência. Mas, embora nada seja completamente imune à falhas, com certeza ele será bem mais seguro e confiável que a imensa maioria dos data centers que vemos espalhados pelo Brasil a fora&#8230;</p>
<p>Colocar sua empresa em uma nuvem pública não significa que você vai se omitir das questões de segurança e privacidade. A escolha do provedor é fundamental. Existem provedores focados em usuários finais e empresas muito pequenas, que sofrem menos em termos financeiros e operacionais quando eventualmente seus sistemas saem do ar, e aqueles focados em usuarios corporativos, que sabem que um sistema indisponivel pode significar milhões de reais em prejuízo. Portanto, existem provedores e provedores&#8230;</p>
<p>Para usar um nuvem publica é sempre bom ser cauteloso e fazer uma “due diligence” para se assegurar que o provedor adota práticas de segurança e disponibilidade adequadas. Uma boa fonte de pesquisas e estudos sobre o assunto, bem como certificações de resiliência de data centers pode ser visto no Uptime Intitute (http://uptimeinstitute.com/). Em tempo no Brasil é http://uptimeinstitute.com/uptime-institute-brasil. Sugiro também ler a autópsia da queda do data center da Amazon, em Dublin, na Irlanda no ano passado em http://aws.amazon.com/message/2329B7/. </p>
<p>É importante saber que sempre pode existir uma falha.  Assim, analise as práticas adotadas pelo provedor, o grau de transparência de informações que ele passa e os serviços de recuperação de falhas que ele oferece. Valide se ele adota práticas profissionais como ITIL e se está aderente à regras de segurança ISO/IEC 27001:2005. Uma boa fonte de suporte é a Cloud Security Alliance e seu GRC Stack (Governance, Risk Management and Compliance) em https://cloudsecurityalliance.org/research/grc-stack/, que contém vários documentos que ajudam a uma empresa avaliar seu provedor de nuvem pública. Recomendo também, como apoio nesta avaliação, acessar a página do CAMM (Common Assurance Maturity Model) em http://common-assurance.com/ e estudar os seus papers.  </p>
<p>Além disso arquitete seus sistemas para explorar as potencialidades das nuvens publicas e crie condições de resiliência próprias. Isto significa que você não deve simplesmente transferir de olhos fechados seus aplicativos on-premise para a nuvem. Adicione a este processo as práticas de segurança e recuperação adequadas para operar na nuvem. Não esqueça de avaliar cuidadosamente as cláusulas contratuais quanto a estes aspectos. Na prática, a responsabilidade pela gestão dos riscos é compartilhada entre o provedor da nuvem e os seus clientes.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/computingonclouds.wordpress.com/470/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/computingonclouds.wordpress.com/470/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/computingonclouds.wordpress.com/470/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/computingonclouds.wordpress.com/470/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/computingonclouds.wordpress.com/470/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/computingonclouds.wordpress.com/470/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/computingonclouds.wordpress.com/470/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/computingonclouds.wordpress.com/470/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/computingonclouds.wordpress.com/470/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/computingonclouds.wordpress.com/470/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/computingonclouds.wordpress.com/470/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/computingonclouds.wordpress.com/470/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/computingonclouds.wordpress.com/470/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/computingonclouds.wordpress.com/470/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=470&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>2012: Cloud já é realidade</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 09:32:05 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O tema cloud computing, embora ainda demande muita discussão e opiniões conflitantes, já está se tornando realidade. A cada dia vemos o ecossistema criado em torno da computação em nuvem se consolidar e mais e mais casos de sucesso são divulgados. E como todo janeiro, que tal falarmos das perspectivas de cloud para o ano [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=466&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tema cloud computing, embora ainda demande muita discussão e opiniões conflitantes, já está se tornando realidade. A cada dia vemos o ecossistema criado em torno da computação em nuvem se consolidar e mais e mais casos de sucesso são divulgados. E como todo janeiro, que tal falarmos das perspectivas de cloud para o ano que entra?</p>
<p>Não vou citar estatisticas e previsões porque nem sempre os analistas de indústria, que fornecem estas estatisticas e estimativas concordam entre si nos numeros. </p>
<p>As três camadas de cloud, IaaS, PaaS e SaaS podem ser vistos como uma hierarquia, onde na camada mais de baixo temos IaaS, acima dela temos a PaaS e no topo SaaS. As camadas superiores são construidas em cima das camadas de baixo. Os beneficios obtidos são diretamente relacionados com a camada. Ou seja, quanto mais alta a camada, maiores os beneficios potenciais. IaaS pode ser considerado como a camada comoditizada, pois basicamente oferece infraestrutura virtual, abstraindo dos usuarios os equipamentos fisicos. Mas não oferece conteúdo. O SaaS, por sua vez, possibilita um nivel de abstração mais alto, pois o usuario só vê as funcionalidades do software, sem precisar de saber qual tecnologia ele utiliza e nem mesmo se preocupar com upgrades de versões. </p>
<p>O uso de PaaS, pelo menos durante 2012, deve ficar restrito as plataformas dos fornecedores de SaaS, que as usam como extensão das funcionalidades dos seus produtos. O exemplo mais emblemático é o force.com que permite criar aplicativos que expandem as funcionalidades do salesforce. Posteriormente veremos PaaS se consolidando por si, com tecnologias próprias, separadas dos fornecedores de SaaS. Isto vai acontecer com o amadurecimento no uso de cloud, quando as empresas que utilizarem as PaaS acopladas aos SaaS identificarão que estarão aprisionados nestas plataformas. Um aplicativo escrito para um PaaS acoplado a um SaaS só funciona com aquele SaaS específico.</p>
<p>Mas é indiscutivel que ainda estamos aprendendo a explorar a potencialidade da computação em nuvem e vamos aprender muito mais nos próximos anos. Os primeiros projetos tem sido exploratórios, o que é natural. O que veremos este ano? Nuvens recheadas de workloads típicos para serem terceirizados via SaaS e aplicações on-premise transferidas para nuvens IaaS. Mas, embora limitados em seus impactos, estarão abrindo caminho para a plena adoção do modelo. Na verdade, os ciclos de mudança tecnológica levam alguns anos para amadurecer e provavelmente em 2020 a computação em nuvem será lugar comum. Mas, se isto vai acontecer em 2020 os primeiros passos devem ser dados, agora em 2012. Cloud computing é realidade agora e já deveria estar no radar dos gestores de TI de todas as empresas.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/computingonclouds.wordpress.com/466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/computingonclouds.wordpress.com/466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/computingonclouds.wordpress.com/466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/computingonclouds.wordpress.com/466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/computingonclouds.wordpress.com/466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/computingonclouds.wordpress.com/466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/computingonclouds.wordpress.com/466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/computingonclouds.wordpress.com/466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/computingonclouds.wordpress.com/466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/computingonclouds.wordpress.com/466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/computingonclouds.wordpress.com/466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/computingonclouds.wordpress.com/466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/computingonclouds.wordpress.com/466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/computingonclouds.wordpress.com/466/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=466&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Conciliando Cloud Computing com Green IT.</title>
		<link>http://computingonclouds.wordpress.com/2011/12/14/conciliando-cloud-computing-com-green-it/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 18:33:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ctaurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos quase no final do ano. Desde que escrevi o livro sobre Cloud Computing em 2009 até agora muita água se passou. Hoje a computação em nuvem não é mais curiosidade, mas começa a ser discutido seriamente nas empresas. Somente neste ano escrevi 30 posts aqui no blog e voltarei a escrever na primeira semana [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=462&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos quase no final do ano. Desde que escrevi o livro sobre Cloud Computing em 2009 até agora muita água se passou. Hoje a computação em nuvem não é mais curiosidade, mas começa a ser discutido seriamente nas empresas.<br />
Somente neste ano escrevi 30 posts aqui no blog e voltarei a escrever na primeira semana de janeiro. Neste intervalo terei um merecido descanso&#8230;<br />
Mas, para quem quiser se distrair nas proximas semanas, deixo o link da coletânea de dezenas de posts que escrevi sobre cloud, que pode ser baixado gratuitamente a partir de https://www.smashwords.com/books/view/98138. </p>
<p>Outro tema que merece atenção é se realmente Cloud Computing contribui para diminuição do aquecimento global. O GreenPeace fez dois relatórios muito instigantes. Um deles, “Make IT Green: Cloud Computing and its Contribution to Climate Change” que pode ser acessado em http://www.greenpeace.org/usa/Global/usa/report/2010/3/make-it-green-cloud-computing.pdf mostra alguns dados interessantes. O relatório mostra que algumas empresas da Internet como Facebook construiram seus novos data centers em estados americanos onde a energia é barata, mas baseada em carvão, portanto, totalmente suja, como o estado do Oregon. Um outro exemplo é o data center estimado em um bilhão de dólares que a Apple construiu no estado de North Caroline, estado onde 60% da energia é gerada por carvão.</p>
<p>O segundo relatório, chamado “How Dirty is your Data? A look at the Energy Choices that Power Cloud Computing” analisa em maior profundidade o uso de energias sujas e limpas pelos provedores de computação em nuvem. O relatório está disponivel em http://www.greenpeace.org/international/Global/international/publications/climate/2011/Cool%20IT/dirty-data-report-greenpeace.pdf.  </p>
<p>Um ponto que me chamou atenção é a análise que ele faz com os principais provedores de cloud computing, mostrando alguns indicadores interessantes como “Clean Energy Index”, “Coal Intensity” e principalmente se as empresas são transparentes em divulgar suas fontes de energia e quais são suas estratégias para mitigar os efeitos dos data centers atualmente usando energias “sujas”. Aqui é importante lembrar que a matriz energética de muitos países é baseado em carvão. No Brasil nossa matriz energética é cerca de 75% hidroelétrica. </p>
<p>O crescimento acelerado no uso de cloud computing vai aumentar a demanda por gigantescos data centers e é sugerido pelos relatórios que os provedores de nuvens devem ser mais transparentes na divulgação das suas fontes de energia e que desenhem estratégias que busquem mitigar os efeitos da elevada demanda por mais energia, priorizando fontes de energias limpas.</p>
<p>Enfim, uma boa leitura. No mais, desejo a todos um Feliz Natal e um ótimo 2012!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/computingonclouds.wordpress.com/462/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/computingonclouds.wordpress.com/462/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/computingonclouds.wordpress.com/462/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/computingonclouds.wordpress.com/462/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/computingonclouds.wordpress.com/462/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/computingonclouds.wordpress.com/462/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/computingonclouds.wordpress.com/462/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/computingonclouds.wordpress.com/462/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/computingonclouds.wordpress.com/462/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/computingonclouds.wordpress.com/462/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/computingonclouds.wordpress.com/462/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/computingonclouds.wordpress.com/462/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/computingonclouds.wordpress.com/462/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/computingonclouds.wordpress.com/462/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=462&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Filosofando um pouco sobre Cloud Computing</title>
		<link>http://computingonclouds.wordpress.com/2011/12/04/filosofando-um-pouco-sobre-cloud-computing/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 21:11:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ctaurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia estava preparando uma apresentação e me deparei com um estudo do Gartner, chamado “CIO Review” que mostrava as prioridades dos CIOs em 2009 e 2010. Em 2009 cloud computing aparecia em 16° lugar na lista destas prioridades e no ano seguinte, 2010, já aparecia em 2°. Mudou da água para o vinho em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=458&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia estava preparando uma apresentação e me deparei com um estudo do Gartner, chamado “CIO Review” que mostrava as prioridades dos CIOs em 2009 e 2010. Em 2009 cloud computing aparecia em 16° lugar na lista destas prioridades e no ano seguinte, 2010, já aparecia em 2°.  Mudou da água para o vinho em um ano! O tema cloud computing está hoje na mídia,  seja especializada ou não, na TV e nas conversas entre quaisquer profissionais de TI e mesmo de outras áreas. </p>
<p>Mas, muitas vezes olhamos o curto prazo e esquecemos de ver o todo. Ao olhar para a frente com  cabeça no modelo atual podemos incorrer em erros sérios&#8230;Por exemplo, a frase de Gottlieb Daimler em 1901, quando disse “There will never be more than a million cars on earth – there will never be enough chauffeurs”. Ou a de Harry M. Warner, presidente da Warner Brothers em 1927, quando falou “Who the hell wants to listen to actors speaking?”. Portanto, é salutar pensar um pouco à frente e imaginar que impactos cloud computing trará para área de TI e para as empresas, sejam elas provedoras de tecnologias e serviços de TI, sejam elas consumidoras destes serviços e produtos. Vamos “filosofar” um pouco sobre isso&#8230;mas, tentando nos libertar do modelo mental cliente-servidor, centrado no atual, sólido  e consagrado (e aparentemente imutável) modelo de negócios on-premise, ou seja, a empresa adquire e implementa seu ativo de hardware e software.</p>
<p>Disrupções e revoluções tecnológicas destróem industrias solidamente estabelecidas e criam novos negócios. Os automóveis fizeram as carruagens desaparecerem. As máquinas de escrever, uma sólida indústria que cresceu e se consolidou no século XX foi destruída nos ultimos 20 anos do século com o aparecimento do PC. Todo seu ecosistema, como a indústria de papel carbono, cursos especializados e a profissão de datilógrafo, simplesmente desapareceu. </p>
<p>A indústria de TI está diante de uma disrupção de grande magnitude. Cloud já está fazendo sentir seu efeito em diversos segmentos, como:</p>
<p>a) Os data centers, que começam a ser redesenhados para suportar o modelo de nuvem híbrida, intensamente baseada em virtualização e automação, interagindo com nuvens públicas. Eles não vão desaparecer. Mas serão distribuidos, com parte sendo constituída de servidores próprios (capex) e parte alocados em nuvens publicas (opex). O modelo de data center será altamente on-demand, automatizado e elástico, e para isso deverá estar conectado a nuvens públicas.<br />
b) O surgimento dos tablets e smartphones, deslocando o PC de sua posição dominante para a de mais um elemento de acesso às nuvens. Empresas fortemente baseadas em PCs vão perder sua importância.<br />
c) Maior demanda por capacidade de banda, uma vez que os acessos móveis vão exigir acesso a todo conteúdo armazenado em nuvens, de textos a fotos e vídeos.<br />
d) Novas funções em TI, com ênfase em uso de recursos em nuvens e não mais em sistemas on-premise, cliente-servidor.<br />
e) Indústria de software se deslocando para um novo modelo de precificação, SaaS, baseado em modelo Pay-as-you-go. Os atores desta indústria tem que se transformar de vendedores de produtos para fornecedores de serviços, onde o software passa a ser meio de entrega do serviço. </p>
<p>À medida que a área de TI passa a ser cloud-based, mudanças estruturais aparecerão. Empresas de pequeno a médio porte podem simplesmente deixar de ter seu próprio setor de TI, passando a usar exclusivamente nuvens publicas.  Empresas de grande porte deixarão de ficar unicamente concentradas em deter e gerenciar 100% do seu ativo de hardware e software para atuarem de forma orquestrada, sincronizando suas soluções distribuídas, tanto em nuvens privadas  como em nuvens publicas.  Um exemplo de mudança de skill será a função de planejamento de capacidade, que em vez de unicamente avaliar o trinômio desempenho/capacidade/custo do seu ativo de hardware passará a avaliar também o desempenho/capacidade/custo dos serviços ofertados pelos provedores de nuvens.</p>
<p>Com o amadurecimento de modelo de cloud as expectativas tenderão a se deslocar da redução de custos e elasticidade na alocação dos recursos computacionais para possibilidade de criação de novos modelos de negócios, explorando as significativas diferenças de velocidade e agilidade que o modelo de nuvem traz em seu bojo. Um exemplo: um grande banco americano, o Citi,  implementou uma nuvem privada para seu ambiente de desenvolvimento e testes. Eles tem uma equipe de cerca de 20.000 desenvolvedores e o tempo médio de provisionamento para os servidores para o ambiente de teste, no modelo tradicional, estava em torno de 45 dias. Com cloud caiu para 20 minutos. Além disso, conseguiram otimizar o trabalho dos administradores de sistemas, que antes era de 50 servidores por profissional e hoje a relação é de um administrador para mais de 600 sevridores. Um detalhamento deste caso está em http://public.dhe.ibm.com/common/ssi/ecm/en/zsc03097usen/ZSC03097USEN.PDF. Imaginem o ganho em time-to-market quando você tem milhares de solicitações de novos sistemas e modificações em seu pipeline de desenvolvimento.</p>
<p>Outras mudanças deverão acontecer. Acredito que ao invés de grandes contratos de outsourcing começaremos a ver contratos menores e mais dinâmicos (curta duração), muitas vezes envolvendo diversos provedores de nuvens. A infraestrutura de TI será cada vez mais vista como Utility e assim veremos o modelo IaaS evoluindo para IUS ou Infrastructure  as a Utility Service. As empresas de TI que não se adaptarem ao modelo de cloud tenderão a desaparecer.  Deverão ser “Netflix” (que aliás roda em nuvem publica da Amazon) ao invés de tentarem se manter como “Blockbuster”.</p>
<p>O resultante de todas mudanças é o surgimento de uma maior demanda por profissionais que atuem como consultores ou advisors para cloud computing, ajudando a criar modelos de integração e governança que envolvam multiplos fornecedores de nuvens.</p>
<p>Enfim, o modelo de cloud chegou para ficar. A cada dia vemos seu amadurecimento e novas e mais robustas ofertas surgindo no mercado. Já vemos sinais de consolidação deste mercado, com uma intensa atividade de aquisição de empresas de cloud por parte das empresas tradicionais de TI. E, provavelmente, em um futuro não tão distante assim, o label cloud desaparecerá. Será simplesmente computing. Cloud será inerente&#8230;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/computingonclouds.wordpress.com/458/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/computingonclouds.wordpress.com/458/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/computingonclouds.wordpress.com/458/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/computingonclouds.wordpress.com/458/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/computingonclouds.wordpress.com/458/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/computingonclouds.wordpress.com/458/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/computingonclouds.wordpress.com/458/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/computingonclouds.wordpress.com/458/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/computingonclouds.wordpress.com/458/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/computingonclouds.wordpress.com/458/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/computingonclouds.wordpress.com/458/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/computingonclouds.wordpress.com/458/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/computingonclouds.wordpress.com/458/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/computingonclouds.wordpress.com/458/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=458&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mitos e &#8220;verdades&#8221; sobre Cloud Computing</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 11:41:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ctaurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazendo um balanço das inumeras palestras e eventos sobre Cloud Computing que participei este ano, coletei algumas das principais duvidas e questões, muitas vezes recorrentes, que surgiram. São questionamentos perfeitamente válidos, uma vez que por ser um conceito ainda não dominado muitos mitos e “verdades” pululam por aí. É indiscutivel que Cloud está se disseminando [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=454&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazendo um balanço das inumeras palestras e eventos sobre Cloud Computing que participei este ano, coletei algumas das principais duvidas e questões, muitas vezes recorrentes, que surgiram. São questionamentos perfeitamente válidos, uma vez que por ser um conceito ainda não dominado muitos mitos e “verdades” pululam por aí.</p>
<p>É indiscutivel que Cloud está se disseminando e recentemente foi o tema de redação do vestibular para a Unicamp (http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2011/11/13/vestibular-da-unicamp-traz-computacao-em-nuvem-como-tema-de-redacao/). Portanto, nada mais natural que os executivos de TI e de negócios queiram esclarecer suas dúvidas e mitigar seus receios.</p>
<p>Não vou abordar a questão da segurança. Já falamos bastante disso aqui e vou me concentrar em outras duvidas que sempre surgem nestes debates. A primeira questão é relativa a custos. Cloud Computing realmente diminui os custos de TI?</p>
<p>Para responder vamos analisar as diferenças  entre cloud e a infraestrutura de TI tradicional. No modelo atual, os recursos fisicos (servidores, storage, etc) são de propriedade ou gerenciados pelas áreas de TI das empresas. De maneira geral os níveis de utilização são baixos e uma parcela significativa da capacidade computacional fica ociosa. Como resultado temos máquinas e data centers que não são plenamente usados, com consequente altos custos por unidade de trabalho. Já um ambiente virtualizado, embora os recursos fisicos ainda sejam de propriedade da empresa, são virtualizados em multiplos recursos lógicos, aumentando o nivel de utilização e baixando os cutos unitários de trabalho.</p>
<p>O ambiente de cloud é basicamente um ambiente virtualizado + padronizado + automatizado e em consequencia não apenas os recursos fisicos são melhor utilizados (virtualização), como os processos de gestão (provisionamento, alocação e gerenciamento) são automatizados, reduzindo-se os custos mais ainda. Claro que existe uma diferença entre nuvens privadas, onde a empresa ainda é proprietária dos recursos “cloudificados” e as nuvens publicas, onde o custo da infra é do provedor. Um nuvem pública, por seu potencial de larga escala opera, de maneira geral, com custos unitarios bem menores que os dedicados a uma unica empresa. Uma nuvem publica é a que melhor explora a economia de escala, conseguindo custos unitários por unidade de trabalho bem mais baixa que as demais alternativas.</p>
<p>Mas, o resultado é que, de maneira geral, o modelo de cloud, privada ou publica,  tende a oferecer custos menores que o modelo tradicional. </p>
<p>Outro ponto interessante é uma pergunta que volta e meia surge: “Cloud privada pode  ser considerada  uma cloud verdadeira?”. Uma empresa, para construir uma nuvem privada precisa investir em ativos computacionais e nos softwares que compõem a camada de inteligência da nuvem, que são os componentes que permitem implementar a virtualização, padronização e automação. Também é uma nuvem finita, pois os seus limites são a capacidade instalada de seu data center. Mas, na minha opinião, um nuvem privada tem inumeras vantagens em relação ao modelo on-premise atual (um exemplo é a elasticidade e maior flexibilidade para alocação de recursos) e embora não ofereça os beneficios de escala que um grande provedor de nuvem publica pode oferecer, ainda é vantajoso. Além disso, reduz os receios da entrada na nuvem, pois opera sob as políticas e controles de segurança da própria empresa.</p>
<p>Outra questão é por onde começar? Não existe respostas prontas, mas para qualquer iniciativa de cloud é pré-requisito  obter suporte executivo e budget alocado. Depois selecionar um projeto proof-of-concept ou mesmo uma implementação real. Muitas vezes um POC pode custar tanto quanto um projeto real e porque não começar mostrando o que cloud pode gerar de benefícios com um projeto real? O resultado de um projeto piloto de cloud bem sucedido é a comprovação do  dito popular “ver-para-crer”. É incrivel observar como um executivo cético se entusiasma quando vê em um portal a solicitação e a alocação de recursos computacionais em minutos e não mais nos vários dias aos quais ele está acostumado. Uma sugestão é o ambiente de desenvolvimento e teste. Muitas vezes cerca de 50%  dos esforços de TI são dispendidos nestas atividades, e geralmente os ambientes reservados para  testar os aplicativos são subutilizados e o ciclo de resposta para as solicitações dos desenvolvedores é lenta e burocrática. Transfomar isso em um processo automático, self-service, atendido em poucos minutos gera um efeito positivo que acelera as demais inciativas em cloud. Mas a receita é “start small, grow fast”. Não esqueça que existe todo um processo de migração para cloud, que demanda esforço extra para manter  a interoperabilidade entre sistemas em ambiente em cloud (publica e/ou privada) e os sistema ainda on-premise. A mudança é gradual e esta convivência pode durar muitos e muitos anos.</p>
<p>Uma outra duvida que volta e meia surge é que mudanças devem acontecer em TI para suportr cloud. Cloud não é apenas tecnologia. É um novo modelo computacional que muda as regras de uso de TI, afetando tanto  os provedores de serviços e produtos de TI como seus consumidores. Portanto, claro que muitos processos serão afetados, desde o relacionamento produtor-consumidor (novos modelos de negócio e contratos) até os modelos e processos de governança já estabelecidos na área de TI. Obter skills em cloud é absolutamente essencial e muitas vezes será necessário recorrer a consultorias externas.</p>
<p>No fim do dia cloud já está aí. As áreas de TI não podem ignorar esta tendência e devem liderar o processo. O modelo de cloud permite a proliferação do “shadow IT”, aquelas iniciativas disparadas pelos próprios usuarios sem participação de TI. A disseminação descontrolada desta TI invisivel pode acarretar problemas futuros em termos de segurança e interoperabilidade. Assim, TI pode e deve aproveitar o modelo de cloud para ser um ator importante e liderar a transfomação da propria TI na organização.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/computingonclouds.wordpress.com/454/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/computingonclouds.wordpress.com/454/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/computingonclouds.wordpress.com/454/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/computingonclouds.wordpress.com/454/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/computingonclouds.wordpress.com/454/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/computingonclouds.wordpress.com/454/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/computingonclouds.wordpress.com/454/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/computingonclouds.wordpress.com/454/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/computingonclouds.wordpress.com/454/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/computingonclouds.wordpress.com/454/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/computingonclouds.wordpress.com/454/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/computingonclouds.wordpress.com/454/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/computingonclouds.wordpress.com/454/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/computingonclouds.wordpress.com/454/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=454&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Debatendo o uso de TCO em Cloud</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 11:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ctaurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Venho observando que os questionamentos sobre cloud computing se concentram em questões de segurança e perda de dados. Mas existe um outro aspecto que devemos considerar e que quero chamar atenção neste post. O fato de sairmos do modelo concentrado em capex (capital expenses) para opex (operating expenses) tem diversas implicações que, as vezes, passsam [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=450&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Venho observando que os questionamentos sobre cloud computing se concentram em questões de segurança e perda de dados. Mas existe um outro aspecto que devemos considerar e que quero chamar atenção neste post. O fato de sairmos do modelo concentrado em capex (capital expenses) para opex (operating expenses) tem diversas implicações que, as vezes, passsam desapercebidas. Na prática, na maioria das médias e grandes empresas veremos ambientes mixtos, ou nuvens híbridas, com uso tanto de nuvens privadas como públicas. Pode ser que os investimentos upfront, em ativos diminua, mas os custos operacionais continuarão existindo e provavelmente sendo mais significantes. </p>
<p>Para evitar surpresas desagradáveis é sempre bom entender os fatores de custos de um ambiente em nuvem. O nosso velho e bem conhecido TCO pode e deve ser aplicado, com as adequações necessárias. Provavelmente, o O pode, no caso de uso de nuvens publicas, ser chamado de Operations e não de Ownership. Em uma nuvem publica o investimento em capex é do provedor.  O TCO tradicional olha o custo de propriedade do hardware e software que voce adquire. Mas em uma nuvem publica não existe este custo. Por outro lado você está adquirindo serviços (IaaS ou SaaS, por exemplo) e tem que pagar os fees destes serviços. Se compararmos a distribuição percentual de custos de um ambiente cliente-servidor com o de uma nuvem publica veremos uma diminuição significativa no percentual dos custos de capital e trabalho (custos de pessoal) mas um aumento representativo dos fees de serviços contratados. O importante é que o custo total seja menor&#8230;</p>
<p>Também existem alguns custos que passam meio esquecidos quando pensamos em adoção da computação em nuvem. Alguns exemplos são o custo da implementação e migração para o ambiente em nuvem, a gestão deste ambiente e as questões referentes a compliance e disponibilidade.</p>
<p>Vamos exemplificar com um caso hipotético, de uso de nuvem publica. Ao levar algumas aplicações para esta nuvem e deixarmos outras on-premise podemos com certeza observar que as aplicações quase sempre se ligam umas com as outras. Dificil encontrar uma aplicação totalmente isolada. </p>
<p>Neste caso, supondo que um aplicação na nuvem precise de dados que rodam em uma outra on-premise, existe o custo de transmissão destes dados. Muitas vezes analisamos o custo da nuvem publica pelo valor do minuto de processamento e esquecemos dos custos de transmissão e armazenamento de dados. O pior  caso é quando uma aplicação na nuvem precisa acessar um banco de dados gerado e previamente atualizado por uma aplicação  que roda on-premise. Neste caso além de duas cópias do banco, uma on-premise e outra na nuvem publica, todas as alterações efetuadas on-premise devem ser transmitidas à cópia que reside na nuvem publica. Aos custos de processamento da nuvem publica devem ser acrescidos os de transmissão dos dados e do armazenamento do banco nesta nuvem. Estes custos podem variar de provedor para provedor. </p>
<p>Por exemplo, analisando a estrutura de custos da Amazon observamos que os custos de gravação de dados é cerca de dez vezes maior que os da leitura destes dados. Os ambientes operacionais tmbém mostram variação. Geralmente os custos de servidores virtuais ou cloudificados em Linux são menores que os do Windows. </p>
<p>Fiz algumas simulações usando preços de mercado de alguns provedores de nuvens publicas e um exemplo me chamou a atenção. Processando um grande banco de dados, no nivel dos terabytes, com redundância e pelo menos 1% de atualizações neste banco  o custo de processamento dos servidores foi de menos de 0,1% do custo total. A conclusão é óbvia: olhar com atenção todos os custos e não apenas o mais divulgado que é o custo de alguns centavos de dólar (ou reais&#8230;) por hora de servidor. </p>
<p>Uma lição é escolher bem as aplicações que irão para as nuvens publicas. Quanto menos acoplamentos com as que ficarem on-premise melhor. Ou seja, quando escoher as que irão para estas nuvens escolha as que operam em conjunto, compartilhando os mesmos bancos de dados. Reduzir os custos de transmissão é relevante e não deve ser esquecido.</p>
<p>Analisar a estrutura de custos do provedor é essencial. Como alguns cobram por cada operação de I/O (gravação maior que leitura) uma blocagem maior, ou mais registros por bloco de dados, diminui os custos. </p>
<p>Cloud computing tem varios atrativos e com certeza, irá, ao longo dos próximos anos se tornar o modelo computacional dominante. Mas entrar no ambiente de nuvem sem um estudo adequado e sem entender a estrutura de  custos dos provedores de nuvens publica podem tornar o setor de TI mais caro que  atualmente. Um estudo mais aprofundado de TCO deve ser feito e com certeza pode contribuir signficativamente para entender os custos da  nuvem, principalmente os ocultos&#8230;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/computingonclouds.wordpress.com/450/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/computingonclouds.wordpress.com/450/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/computingonclouds.wordpress.com/450/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/computingonclouds.wordpress.com/450/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/computingonclouds.wordpress.com/450/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/computingonclouds.wordpress.com/450/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/computingonclouds.wordpress.com/450/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/computingonclouds.wordpress.com/450/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/computingonclouds.wordpress.com/450/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/computingonclouds.wordpress.com/450/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/computingonclouds.wordpress.com/450/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/computingonclouds.wordpress.com/450/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/computingonclouds.wordpress.com/450/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/computingonclouds.wordpress.com/450/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=450&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>BlogBook com coletânea de posts sobre Cloud Computing</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 12:06:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ctaurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://computingonclouds.files.wordpress.com/2011/10/capa_cloud1.png"><img src="http://computingonclouds.files.wordpress.com/2011/10/capa_cloud1.png?w=208&#038;h=300" alt="" title="capa_cloud" width="208" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-447" /></a><br />
Em 2009 escrevi um livro sobre Computação em Nuvem, editado pela Brasport. O assunto vinha e vem despertando muito interesse, como vocês mesmo podem comprovar simplesmente acessando o Google Insights (http://www.google.com/insights/search/# ) e pesquisando pelo termo “Cloud Computing”. Vejam que o interesse vem crescendo de 2009 até hoje. Uma pesquisa feita em fins de 2010 pela comunidade MydeveloperWorks, entre 2.000 desenvolvedores mostrou que 91% deles acreditam que cloud computing sobrepujará o tradicional modelo de “on-premise computing” como principal modelo computacional para as empresas adquirirem tecnologias por volta de 2015.<br />
No livro de 2009 procurei mostrar que a computação em nuvem não é apenas hype. Na minha opinião, a computação em nuvem vai transformar o modelo econômico da TI, tanto do lado consumidor de TI, quanto do lado dos fornecedores de tecnologias e serviços. Claro que estamos dando os primeiros passos e vemos ainda muita incertezas e indefinições. Basta ver o imenso número de definições, às vezes conflitantes entre si, que existem. Na pesquisa para o livro identifiquei dezenas delas!<br />
No livro procurei fugir de definições e me concentrei em focar nos conceitos e nas carateristicas que fazem a computação em nuvem ser disruptiva. Se olharmos as nuvens pelos modelos de serviços vemos três modelos que são IaaS (Infrastructure as a Service), PaaS (Platform as a Service) e SaaS (Software as a Serice). Esta classificação de modelos é a mais comumente adotada, e inclusive, o NIST (US National Institute of Standards and Technology), que define padrões para o governo americano, liberou documentação onde se baseia nestes modelos para classificar as nuvens computacionais. Vejam o documento em http://csrc.nist.gov/publications/drafts/800-145/Draft-SP-800-145_cloud-definition.pdf .<br />
Olhando pelo prisma da entrega ou  deployment (deployment models) podemos classificar as nuvens em privadas (operada dentro do firewall da empresa), comunitária (compartilhada por determinadas empresas), públicas (abertas a todos, via Internet) e híbridas, que é a composição de duas ou mais destas nuvens. Esta classificação é a mesma, que basicamente adotei no livro.<br />
A proposta deste blogbook é coletar os pricnipais posts que publiquei no blog www.computingonclouds.wordpress.com , que criei na época de lançamento do livro. Esta coletânea que vai mostrar a evolução do conceito ao longo destes dois anos. E dois anos em tempos de Internet é muito tempo! O blogbook se propõe a compartilhar com vocês  as idéias e comentários que refeletiram a evolução de cloud computing e colaborar para o debate de como e quando adotar a Computação em Nuvem nas empresas. Nem todos os posts publicados originalmente no blog foram incluidos neste blogbook, mas apenas os mais importantes. Para oferecer uma visão cronológica e histórica da rapida e contínua evolução do Cloud Computing, os posts foram divididos em blocos, cada um deles cobrindo um ano, de setembro de 2009 até outubro de 2011. Procurei manter estes posts, na medida do possivel iguais aos publicados originalmente. Corrigi alguns crassos erros ortográficos, que passaram em branco quando foram inicialmente levantados.<br />
Lembro também que as opiniões expressas neste blogbook e como foram os posts publicados no blog original, www.computingonclouds.wordpress.com,  são fruto de estudos, análises e experiências pessoais, não devendo em absoluto serem consideradas como opiniões, visões e idéias de meu empregador, a IBM, nem de seus funcionários. Em nenhum momento, no blog e aqui, falo em nome da IBM, mas apenas e exclusivamente em meu nome.<br />
O blogbook pode ser baixado (free) de https://www.smashwords.com/books/view/98138</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/computingonclouds.wordpress.com/446/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/computingonclouds.wordpress.com/446/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/computingonclouds.wordpress.com/446/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/computingonclouds.wordpress.com/446/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/computingonclouds.wordpress.com/446/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/computingonclouds.wordpress.com/446/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/computingonclouds.wordpress.com/446/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/computingonclouds.wordpress.com/446/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/computingonclouds.wordpress.com/446/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/computingonclouds.wordpress.com/446/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/computingonclouds.wordpress.com/446/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/computingonclouds.wordpress.com/446/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/computingonclouds.wordpress.com/446/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/computingonclouds.wordpress.com/446/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=446&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Cloud Computing e os canais (VAR). Desafios à frente!</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 13:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ctaurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Semana passada tive uma reunião muito interessante com um empresário, CEO de uma empresa que atua no tradicional modelo de canais de revenda de hardware e software. Sua empresa está estabelecida há mais de 15 anos e diante do cenário de cloud computing e as mudanças que este modelo vai provocar na maneira de se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=computingonclouds.wordpress.com&amp;blog=9240194&amp;post=433&amp;subd=computingonclouds&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana passada tive uma reunião muito interessante com um empresário, CEO de uma empresa que atua no tradicional modelo de canais de revenda de hardware e software. Sua empresa está estabelecida há mais de 15 anos e diante do cenário de cloud computing e as mudanças que este modelo vai provocar na maneira de se entregar e consumir TI ele está preocupado. O tema da reunião foi exatamente esta: como o negócio dele (um VAR ou value-added reseller) deverá se transformar nos próximos anos?</p>
<p>Na cadeia de valor atual os canais são fundamentais para o sucesso da operação de qualquer grande empresa que vende hardware e sofware, pois aumenta signficativamente sua capilaridade no mercado. Entretanto, o modelo de cloud vai afetar esta cadeia, pois permite criar links diretos entre os fornecedores de tecnologia e seus compradores. Por exemplo uma empresa de software pode ofertar seus produtos na modalidade SaaS e não mais demandar um intermediário no processo. Os consumidores acessarão diretamente o site do fornecedor. Neste caso, como fica o canal?</p>
<p>A conversa fluiu de forma bem agradável e tiramos algumas conclusões, que gostaria de compartilhar aqui.</p>
<p>Primeiro, está claro que o modelo de cloud computing não vai se disseminar de um dia para o outro. Todo processo de mudança leva algum tempo e alguns setores de industria são mais rapidos que outros em adotar novos conceitos. O impacto nos canais, será, portanto, diferente, dependendo do setor de negócios em que o canal atua. Isto significa que os canais terão tempo de se ajustarem às mudanças, desde que não ignorem que estas mudanças serão inevitáveis.</p>
<p>Para fazer as mudanças os canais dependem também do apoio dos fornecedores. Algumas empresas como a IBM tem estratégias bem definidas para apoiar os canais nesta transição. Por exemplo, lançou recentemente um programa chamado IBM Cloud Computing Specialty, patrocinado pelo IBM Partner World, como pode ser visto em https://www-304.ibm.com/partnerworld/wps/servlet/ContentHandler/isv_com_spe_cloud_index. </p>
<p>Os impactos nos diversos modelos de canais também serão diferentes. Por exemplo, no caso da empresa deste empresário, uma parcela signficativa da sua receita, segundo ele mais de 30%, vem de serviços profissionais como implementação, configuração e upgrades do software no cliente. Dependendo da complexidade do software, o modelo SaaS pode eliminar esta fonte de receita. No SaaS os upgrades são feitos automáticamente na nuvem do provedor do software e não mais demanda que o VAR vá ao cliente instalar e configurar uma nova versão do software.</p>
<p>Surgiu um debate sobre os canais dedicados à venda de hardware. Ele mesmo tem renda forte oriunda deste negócio. Supondo que no futuro as vendas para pequenas e médias empresas diminuam ou mesmo deixem de existir, pois seria mais facil para elas consumirem servidores virtuais em nuvens publicas, o que fazer? Uma das idéias é se tornarem cloud providers de infraestrutura (IaaS), desde que tenham capacidade financeira e expertise para tal. Afinal, construir um data center para oferecer serviços confiáveis e seguros  de IaaS não sai barato. Ou mudarem para um foco mais concentrado em serviços. Existem diversas alternativas.</p>
<p>A IBM, por exemplo, considera que seus parceiros podem atuar em um ou mais de cinco papéis no mundo cloud:</p>
<p>a) cloud builders: empresas de serviços que ajudam os clientes  a planejarem e construirem suas nuvens privadas.<br />
b)  cloud infrastructure providers: empresas que oferecerão serviços como IaaS ou PaaS através de nuvens públicas para seus clientes.<br />
c) cloud application providers: empresas que oferecerão seus softwares na modalidade SaaS, seja em nuvens próprias (privadas) ou hospedados em cloud providers.<br />
d) cloud service solutions providers: empresas que oferecerão serviços especializados para nuvens, como monitoramento e capacity planning.<br />
e) cloud technology providers: empresas que oferecerão tecnologias complementares à tecnologia IBM. Um exemplo é a Corent (http://www.corenttech.com/) empresa que produz um software que ajuda a transformar um software single-tenancy em multi-tenancy.</p>
<p>Uma outra conclusão é que chegamos é que os canais terão que sair da inércia. Terão que pensar em como serão daqui a cinco a dez anos. Se hoje as suas vendas são basicamente de produtos de hardware e software no modelo tradicional, estas vendas continuarão no mesmo patamar daqui a cinco ou dez anos? Por outro lado uma empresa acostumada a só vender hardware e software não passa a ser uma empresa de serviços de um dia para o outro. Seu DNA corporativo tem que ser modificado genéticamente&#8230; </p>
<p>Inevitavelmente que dependendo da cadeia de valor, poderão existir eventuais conflitos entre algumas empresas produtoras de software e hardware e seus canais. Algumas empresas permitem que apenas determinados parceiros assumam papéis como provedores alternativos de IaaS aos seus produtos. É uma fonte potencial de atritos.</p>
<p>Mas, além dos problemas a serem enfrentados pelos canais, vimos que existem inumeras oportunidades a serem exploradas. Um exemplo é a necessidade dos clientes vencerem os inibidores da adoção de cloud computing como segurança, interoperabilidade enre nuvens e entre nuvens e aplicações on-premise, riscos da migração, ajustes nas politicas de governança e assim por diante. No mercado de médias e pequenas empresas a carência de expertise em cloud é grande e isto abre imensas oportunidades para os canais que se inserirem neste modelo de serviços.<br />
Ora, os canais que já tenham um pé em serviços poderão se aprofundar mais rapidamente nestes tópicos e criar expertise de modo a oferecem serviços consultivos muito mais lucrativos que os atuais. Um ponto importante lembrado pelo empresário é que sua empresa construiu uma relação bem intensa com seus  clientes e que esta relação pode ser a chave para ele oferecer os novos serviços em cloud.</p>
<p>O resultado final da reunião foi que o modelo de negócios atual onde o VAR compra produtos mais baratos e os revende com uma margem adicional pelos seus serviços está começando a dar sinais de erosão, provocados pela crescente disseminação da computação em nuvem. Para, no futuro, não ficarem marginalizados na cadeia de valor, seu negócio terá que ser reinventado. Um novo ecossistema baseado no modelo de cloud computing será criado. E com certeza, como este empresário disse, a empresa dele terá que ficar dentro ou simplesmente sairá do mercado.</p>
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